O Circuito dos Diamantes

CIRCUITO DOS DIAMANTES

O Circuito Turístico dos Diamantes tem como objetivo ordenar o turismo de acordo com a política de regionalização e descentralização adotada pelo Governo do Estado. A construção desta política contou com a participação ativa da sociedade na definição das prioridades necessárias para o desenvolvimento do turismo. A descentralização da gestão utiliza-se de uma rede de parceiros na organização e na promoção da atividade turística regional, de forma sustentável, através da integração contínua dos municípios para consolidar uma identidade regional. Atualmente, o Circuito dos Diamantes é composto por 13 municípios.

MISSÃO

Promover o desenvolvimento do turismo sustentável na região do Circuito dos Diamantes, por meio da articulação dos atores locais e da proposição e gestão compartilhada de políticas, programas e projetos, buscando a melhoria de qualidade de vida das comunidades envolvidas.

O CIRCUITO

O Circuito Turístico dos Diamantes é composto por 13 municípios localizados na Serra do Espinhaço, nas bacias dos rios Jequitinhonha e São Francisco. A região possui como característica comum, a história relacionada ao ciclo do diamante, onde se formaram os povoados, vilarejos, arraiais, distritos e os atuais municípios.

Uma infinidade de atrativos compõe o potencial turístico do Circuito dos Diamantes. Atualmente a região é trabalhada através de roteiros integrados que unem comunidades e atrativos através de antigos caminhos. A Estrada Real, a Trilha Verde da Maria Fumaça e a Travessia dos Parques e Vilarejos da Terra dos Diamantes são rotas que possibilitam aos visitantes passeios de carro, de bicicleta e a pé, passando por atrações culturais e naturais da região.

ECOTURISMO

Toda a região do Circuito Turístico dos Diamantes encontra-se localizada na Serra do Espinhaço, reconhecida pela UNESCO como Reserva Mundial da Biosfera, e representa uma das mais importantes regiões biogeográficas do Brasil, pois além de ser um divisor de dois dos principais biomas brasileiros (Mata Atlântica e o Cerrado), a região é também um dos maiores centros de endemismo de espécies de animais e plantas da América do Sul. Toda esta riqueza natural possibilita a prática exuberante do ecoturismo e dos esportes de aventura.

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HISTÓRICO CULTURAL

Uma grande parte da história e da cultura nacional tem origem nessa região. Visitá-la é viajar no tempo, sentir-se parte do patrimônio. Você vai se encantar com as delícias da culinária regional, a criatividade do nosso artesanato, as emocionantes manifestações de fé e religiosidade, além da riqueza arquitetônica de nossas cidades históricas.

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"A verdadeira viagem de descobrimento não consiste em procurar novas paisagens, e sim em ter novos olhos."

MARCEL PROUST

Municípios

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Alvorada de Minas

Nome antigo: Santo Antônio do Rio do Peixe

Visitar Alvorada de Minas é desfrutar dos prazeres de uma cidade que conserva a simplicidade da vida interiorana. Detentora de belas paisagens em meio a Mata Atlântica, a cidade possui, ainda, igrejas antigas protegidas pelo patrimônio histórico e fazendas que são verdadeiras relíquias, onde se pode conhecer o dia-a-dia do meio rural e, sem precisar de sorte, ser convidado a tomar um café acompanhado de um delicioso queijo e uma boa prosa.

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Carbonita

Nome antigo: Distrito de Barreiras

Carbonita é uma cidade simples, de povo acolhedor e hospitaleiro, conhecida regionalmente como a cidade do “Carboarte”. A Etimologia deste vocábulo vem do francês "Charbon", Carbon, que significa carvão, mais "Ita", que significa pedra em tupi-guarani, por causa da grande quantidade de carvão de pedra existente no subsolo do município. Destaca-se a grandeza do artesanato em bordados, ponto cruz e outros; pinturas em geral, artesãos e artistas envoltos num contexto cultural singular, que exibem suas riquezas em meios aos diversos fatores culturais. A beleza natural se faz presente nos Rios Jequitinhonha, Ribeirão, Itambacuri, Araçuaí e Soledade nas diversas quedas D’aguas e cachoeiras existentes. A belíssima Igreja Matriz do Sagrado Coração de Jesus sempre imponente, dando as boas vindas a quem chega à cidade.

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Couto de Magalhães de Minas

Nome antigo: Rio Manso

Couto de Magalhães é um lugar de montanhas estonteantes e terras férteis, de um povo talentoso no artesanato e em outras expressões culturais. Nestas terras, a natureza se fez generosa, com cachoeiras espalhadas por todo o município, um afloramento de água azul, denominada Água Santa, que muitos acreditam ter poderes curativos, e a Chapada do Couto, área de preservação ambiental. Em Couto de Magalhães também encontramos várias pinturas rupestres.

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Datas

Nome antigo: Datas D'el Rei

Era denominada “data” o lote de terra para mineração concedida pela coroa portuguesa do século XIX. Do garimpo deu-se a formação da cidade, mas atualmente é a agricultura e o artesanato que trazem novo dinamismo a economia. A Matriz do Divino Espírito Santo ao lado de belos casarões coloniais deseja boas vindas aos visitantes que podem desfrutar também do turismo de aventura, viajar pela história nas pinturas rupestres da lapa pintada ou adquirir o artesanato mais famoso da região, o Divino esculpido em madeira.

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Diamantina

Nome antigo: Arraial do Tijuco

Em Diamantina o visitante é levado ao passado que se conserva nas ruas e becos que cortam o conjunto arquitetônico tombado pelo IPHAN e reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade, pela UNESCO. Diamantina encanta pela cultura, pela gastronomia, pelas festas, pela noite, pela musicalidade e pela natureza do entorno. Diamantina está situada no coração da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço.

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Felício dos Santos

Nome antigo: Grota Grande

Bandeirantes e tropeiros foram os responsáveis pela criação de Grota Grande. O antigo arraial nasceu como uma central de abastecimento: o que ali se produzia era consumido no garimpo do Tijuco, atual Diamantina. Hoje, Felício dos Santos tem sua riqueza nas suas águas e na ampla diversidade dos seus principais atrativos. Fonte de água termal, grutas, matas intocadas e cachoeiras são alguns destes atrativos. O Sumidouro, a maior cachoeira do Circuito dos Diamantes está aqui.

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Gouveia

Nome antigo: Arraial de Gouveia

Cercada de montanhas e campos, a cidade de Gouveia tem uma história ligada ao início da exploração do ouro na região. Sua origem está ligada a fixação dos mineradores nas lavras de propriedade de Maria Gouveia. Com a descoberta de diamantes nas imediações da cidade, em 1734, o pequeno arraial de Gouveia foi inserido nos limites do Distrito Diamantino. Gouveia é uma cidade bucólica, hospitaleira, cheia de singularidades e fervor religioso. Com vários atrativos turísticos e gastronômicos.

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Monjolos

Nome antigo: Monjolos

Monjolos se destaca como um ambiente ideal para atividades ligadas a natureza. Na entrada do Sertão Mineiro, entre paisagens exuberantes e um povo hospitaleiro, na Trilha Verde de Maria Fumaça, o visitante irá se deslumbrar com as grutas, serras, rios e cachoeiras. A origem do nome do município esta ligada à existência de um antigo monjolo feito de madeira, como uma réplica, hoje, na Praça da Estação. Com a repetição da expressão popular “vou no monjolo trocar fubá”, o lugar foi batizado e registrado como Monjolos.

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Presidente Kubitscheck

Nome antigo: Tijucal

Presidente Kubitschek, também conhecida carinhosamente como Tijucal, teve como primeiros habitantes tribos indígenas e escravos africanos que deixaram como herança um valioso legado cultural. A vocação natural para o ecoturismo vem não só das diversas e belas cachoeiras, grutas e canyons, mas também das práticas preservacionistas. Reconhecido como um dos lugares mais bonitos do Circuito dos Diamantes, o Canyon do Funil, cortado pelo Rio Tijucal, possui paredões de rocha de até 100 metros de altura. Um lugar especial para aventura ao ar livre.

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Rio Vermelho

Nome antigo: Senhora da Pena do Rio Vermelho

Tendo abastecido o antigo Arraial do Tejuco (Diamantina) com mantimentos e iguarias durante anos por seus Tropeiros, Rio Vermelho representa também um local de passagem e comércio daqueles que buscavam as regiões das minas de ouro e diamantes. Com um dos melhores climas para se viver, assim citado no livro "Viagens Pelas Províncias de Rio de Janeiro e Minas Gerais do Botânico Francês Auguste de Saint-Hilaire. Hoje, a produção do queijo minas artesanal, herdada dos tempos de distrito do Serro, o artesanato local, um conjunto de cachoeiras de beleza ímpar como as Cachoeiras da Serra do Gavião, e as do Distrito de Pedra Menina, suas festas, casarões e igrejas seculares fazem de Rio Vermelho um lugar lindo e aconchegante, com toda sua ruralidade preservada e uma hospitalidade dignamente interiorana e calorosa.

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Santo Antônio do Itambé

Nome antigo: Santo Antônio do Itambé

Fundada por aventureiros em busca de ouro, diamantes e esmeraldas, Santo Antônio do Itambé permaneceu como distrito do Serro até a década de 60. Seu nome provém de relatos históricos sobre uma imagem de Santo Antônio encontrada por garimpeiros no local onde, hoje, se encontra a Igreja Matriz. A cidade, cercada de matas possui várias e belas cachoeiras. O Pico do Itambé, importante marco geográfico para os desbravadores de outros tempos, com 2044 metros de altitude, é o principal atrativo da cidade que reúne história e belezas naturais.

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Senador Modestino Gonçalves

Nome antigo: Mercês do Araçuaí

Senador Modestino Gonçalves, situada no Vale do Jequitinhonha, é cidade de povo acolhedor. No seu patrimônio cultural se destacam a Folia do Divino e suas Cavalgadas: em fevereiro é forte a tradição da Cavalgada de N.S. das Mercês, que percorre os caminhos do município, relembrando as origens da formação do vilarejo de Mercês de Diamantina ou Mercês do Araçuaí. O vilarejo nasceu como ponto de repouso dos tropeiros que levavam mantimentos no “lombo de burros” para Diamantina e região.

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São Gonçalo do Rio Preto

Nome antigo: Felisberto Caldeira Brant

O município de São Gonçalo do Rio Preto oferece aos visitantes variados atrativos naturais e histórico-culturais. A cidade possui casario preservado, igrejas e sobrados de arquitetura secular. Graças ao seu povo acolhedor e hospitaleiro, as pessoas poderão se hospedar nas casas dos moradores, vivenciando seu dia-a-dia e trocando experiências. São Gonçalo abriga o Parque Estadual do Rio Preto, cenário perfeito para o ecoturismo: um paraíso de biodiversidade, com riquíssimas exemplares de flora e fauna preservados.

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Serro

Nome antigo: Vila do Príncipe - 300 anos

Serro guarda características das tradicionais vilas setecentistas. Seu conjunto arquitetônico é um dos mais belos e notáveis mantendo-se bem preservado e conservado. Quem procura por turismo histórico e cultural poderá visitar os monumentos da cidade sempre abertos à visitação turística. Em meio a campos rupestres cortados por belíssimas cachoeiras estão várias localidades aconchegantes: Milho Verde, São Gonçalo do Rio das Pedras, Capivari, Vila Deputado Augusto Clementino (Mato Grosso) e Capelinha.


"As matérias primas naturais, utilizadas pelos artesãos da VALE CIRCUITO são trabalhadas de forma sustentável e com os cuidados necessários à preservação das espécies."

VALE CIRCUITO

Vale Circuito

A região de abrangência da Associação Circuito Turístico dos Diamantes e seu entorno, sempre foi extremamente rica em atividades artesanais, mas a organização em associações ou grupos de trabalho era muito incipiente.

Em função do crescimento da atividade turística e da necessidade de organizar a produção caseira e familiar, em suas diversas vertentes, viabilizando a geração de trabalho e renda, várias parcerias foram se estabelecendo – Associação Circuito Turístico dos Diamantes, Emater/MG, SEBRAE, Idene, IEF, UFVJM, Prefeituras Municipais, Território da Cidadania, Frutivale, artesãos, Associações Municipais, o que culminou na criação do Comitê Intermunicipal de Artesãos e Produtores Caseiros Circuito dos Diamantes, doravante denominado VALE CIRCUITO.

Criada em 26 de setembro de 2006, a VALE CIRCUITO é uma associação sem fins lucrativos, que tem por objetivo promover, através do acesso ao mercado, o desenvolvimento participativo e sustentável dos artesãos, produtores caseiros e agricultores familiares dos municípios que compõem a Associação Circuito Turístico dos Diamantes. Atualmente está constituída por 504 artesãos.

As matérias primas naturais, utilizadas pelos artesãos da VALE CIRCUITO são trabalhadas de forma sustentável e com os cuidados necessários à preservação das espécies.

Atualmente a VALE CIRCUITO possui uma loja de artesanato, Empório Vale Circuito, no Centro Cultural David Ribeiro – Mercado Velho, em Diamantina.

Artesanato

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    Cultura

    Cultura

    O Circuito dos Diamantes é patrimônio da cultura mineira. Um cenário lapidado no apogeu da exploração do diamante no Brasil. Reviva essa história gloriosa!

    Gastronomia

    Gastronomia

    A realização de festivais exaltando o sabor e o fazer tradicional da cultura gastronômica tem sido tendência na região. Destaque para o Festival Gastronômico de Cuiabá (Gouveia), Festival do Frango Caipira e "Tira em Tira" de São Gonçalo do Rio das Pedras (Serro) e Festival Diamantina Gourmet.

    Fotos

    Fotos

    Registre paisagens exuberantes que acompanharão suas memórias. Destaque para o Cânion do Funil em Presidente Kubitschek, Pico do Itambé em Santo Antônio do Itambé e para as cachoeiras da Serra do Gavião em Rio Vermelho.

    Viaje

    Viaje

    Planeje sua viagem com antecedência e transforme sua permanência em uma experiência fantástica. Dica: Elabore um roteiro integrando os treze municípios do Circuito dos Diamantes e desfrute das variedades que a região turística lhe oferece.

    Lazer

    Lazer

    Aproveite seus momentos de lazer conhecendo diversos atrativos naturais no Parque Estadual do Biribiri, Parque Estadual do Pico do Itambé e Parque Estadual do Rio Preto. Dica: Contrate um condutor local e se aventure por trilhas de tirar o fôlego.

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